Arara-azul-pequena
Nome popular: Arara-azul-pequena, arara-celeste
Nome científico: Anodorhynchus glaucus
Comprimento: 68-72 cm.
Peso:
Coloração: possui coloração azul, muito semelhante a A. leari. E também possui o anel em volta do olho e a barbela (pele em torno da base da mandíbula) de cor amarela. A diferença está no tom de azul e amarelo e no seu comprimento.
Distribuição Geográfica: Leste do Paraguai, Sul do Brasil, oeste do Uruguai e Norte da Argentina.
Habitat: vivia nas baixadas com palmeiras as margens dos rios (Uruguai, Paraná e Paraguai). Como não há relatos comprovados, supõe-se que construía ninhos em cavidades dos barrancos de rio, paredões rochosos ou cavidades arbóreas.
Alimentação: Sementes de palmeiras, provavelmente de Butia yatay.
Status: Considerada extinta, pois não foi localizado nenhum indivíduo na natureza e nem em cativeiro (CITES I). E os exemplares taxidermizados (empalhamento científico) conhecidos pertencem a coleções de museus no exterior. Com população muito pequena e rara antes ou no início do século XIX, desapareceu antes de ser bem conhecida. As hipóteses sobre a extinção são caça e captura como animal de estimação, catástrofe natural, redução de variabilidade genética ou descaracterização do ambiente natural com a assentamento humano ao longo dos rios.
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Anodorhynchus glaucus e A.leari.
Foto: Reinaldo Lourival |
Anodorhynchus glaucus, cabeça.
Foto: Reinaldo Lourival |